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ACÇÃO POPULAR LEGITIMIDADE REQUISITOS RECONVENÇÃO
Proc. 129/21.1T8PBT-A.G1 · ALCIDES RODRIGUES
I – Peticionando ao tribunal que declare que as obras executadas pelo réu ocupam uma faixa de terreno público e a condenação deste a deixar o caminho publico livre e desimpedido como se encontrava até à data em que começou a construir a referida obra, visam os AA defender os interesses inerentes ao domínio público de todas as pessoas da comunidade, em que eles se inserem, por estarem, putativamente, impedidas de gozar, na íntegra, das utilidades facultadas pelo dito caminho público. II – Pera…
NULIDADE DA DECISÃO GRADUAÇÃO DE CRÉDITOS NÃO VENCIDOS JUROS
Proc. 241/21.7T8GMR-B.G1 · MARIA LUÍSA RAMOS
O período de três anos do nº2 do art. 693º do Código Civil, inicia-se com o incumprimento do devedor.
DANOS NÃO PATRIMONIAIS DANOS PATRIMONIAIS FUTUROS AJUDA DE TERCEIRA PESSOA
Proc. 1182/18.0T8VRL.1.G1 · MARIA DOS ANJOS NOGUEIRA
I - A Portaria n.º 377/2008 de 26 de Maio, com as alterações que lhe foram sendo introduzidas, não vincula ou limita o Tribunal na fixação dos danos. II - Respeitante a ajuda doméstica temporária, trata-se de uma ‘tabela indicativa para proposta razoável em caso de despesas incorridas e rendimentos perdidos por incapacidade’, que igualmente não vincula o tribunal, antes representando uma mera indicação para efeito de proposta, entendida como razoável, para um eventual acordo. III - Na quantif…
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CRIME DE ABUSO DE CONFIANÇA FISCAL DECLARAÇÃO DE PERDA DAS VANTAGENS INEXISTÊNCIA DE PEDIDO DE INDEMNIZAÇÃO CIVIL
Proc. 12/17.5IDBRG.G1 · FÁTIMA FURTADO
I - Preenchendo a factualidade provada um facto ilícito típico e dele tendo resultado vantagens para o seu agente, o tribunal terá de declarar a perda de tais vantagens patrimoniais, peticionada pelo Ministério Público, exceto se demonstrado que já foram recuperadas ou o ofendido já foi ressarcido. II - Não constitui obstáculo à formulação de tal pedido pelo Ministério Público e à posterior declaração de perda, a opção da Autoridade Tributária de não formular pedido de indemnização civil por …
CRIME DE AMEAÇA AGRAVADO CRIME PÚBLICO
Proc. 41/19.4GBVNF.G1 · ARMANDO AZEVEDO
Após a reforma do Código Penal operada pela Lei n.º 59/2007, de 4 de setembro, o crime de ameaça agravado p. e p. pelos artigos 153.º e 155.º, n.º 1 do CP passou a ter natureza de crime público.
AUDIÊNCIA DE JULGAMENTO AUSÊNCIA DO ARGUIDO DIREITO A PRESTAR DECLARAÇÕES NULIDADE INSANÁVEL
Proc. 57/18.8GACMN.G1 · FÁTIMA FURTADO
I - Nos casos especiais em que a audiência de julgamento se encontra a decorrer na ausência do arguido, ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 334.º do Código de Processo Penal, por iniciativa do Tribunal a presença daquele só pode ser ordenada se vier a ser considerada indispensável. II - Contudo, mesmo nestas situações, o arguido mantém sempre o seu direito de intervir em qualquer momento da audiência, se e quando o entender, bastando para tal a ela comparecer ou comunicar validamente e e…
REJEIÇÃO DA ACUSAÇÃO ACUSAÇÃO MANIFESTAMENTE INFUNDADA ELEMENTO SUBJECTIVO
Proc. 1796/20.9T9GMR.G1 · FLORBELA SEBASTIÃO E SILVA
I - Quando o artigo 311.º do CPP impõe a rejeição da acusação por manifestamente infundada, se os factos não consubstanciarem crime, está a impor que os factos, objectiva e abstractamente, não podem, de todo, levar à imputação de um crime. II - No caso em apreço, chamar alguém de ladrão ou mentiroso é objectivamente susceptível de ofender a honra da pessoa visada. III - Se, no final da análise daquele “pedaço de vida” se concluir que, pelo contexto subjacente, as palavras em apreço não podem …
DECISÃO INSTRUTÓRIA SUSPENSÃO PROVISÓRIA DO PROCESSO RECORRIBILIDADE
Proc. 32/19.5PTCHV.G1 · ANABELA VARIZO MARTINS
A decisão que denega a suspensão provisória do processo, incluída no despacho que pronuncia o arguido pelos factos constantes da acusação deduzida pelo Ministério Público, não é recorrível.
INEPTIDÃO FALTA DE CAUSA DE PEDIR CASO JULGADO PER DEVER DE GESTÃO PROCESSUAL DEVER DE COLABORAÇÃO
Proc. 86/21.4T8GMR.G1 · MARIA CRISTINA CERDEIRA
I) - Há falta de causa de pedir quando não são alegados os factos em que se funda a pretensão do autor; há insuficiência da causa de pedir quando aqueles factos são alegados, mas são insuficientes para determinar a procedência da acção. II) - A petição inicial apenas é inepta, por falta de causa de pedir, quando o autor não indica o núcleo essencial do direito invocado, tornando ininteligível e insindicável a sua pretensão; a insuficiência ou incompletude do concreto factualismo consubstancia…
AGENTE DE EXECUÇÃO CAUSALIDADE ADEQUADA PERDA DE CHANCE RESPONSABILIDADE CIVIL EXTRA CONTRATUAL
Proc. 852/14.7TBVRL.G1 · ANA CRISTINA DUARTE
1 – Em sede de causalidade adequada, não pode considerar-se como causa em sentido jurídico toda e qualquer condição, havendo que restringir a causa àquela ou àquelas condições que se encontrem para com o resultado numa relação mais estreita, isto é, numa relação tal que seja razoável impor ao agente responsabilidade por esse mesmo resultado. 2 - O agente só deve responder pelos resultados para cuja produção a sua conduta era adequada, e não por aqueles que tal conduta, de acordo com a sua nat…
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